"Na reunião, o Sind-UTE/MG relatou a
insatisfação da categoria em relação ao tratamento dado à questão dos
efetivados pelo Governo. Como não há diálogo, em cada região do Estado, as
informações são diferentes causando muita insegurança aos servidores. O Sindicato
apresentou todos os questionamentos que a entidade já levantou sobre a situação
dos efetivados. Também questionou pontos relacionados ao concurso público com a
necessidade de nomeação, a mudança da prática de nomeação para cargo fracionado
entre outras questões; suspensão das férias-prêmio negociada a partir da greve
de 2010 e suspensa em 2014 e a promoção por escolaridade, uma vez que a
carreira da categoria está congelada desde 2011 e muitos estão com a carreira
parada desde 2003."
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